CEZAR CANDUCHO

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

PTMG - Rui Falcão: A CNBB e a necessidade de uma profunda reflexão.


Em Editorial Semanal da Agência PT de Notícias, o presidente Nacional do PT, Rui Falcão, fala sobre documento divulgado pela CNBB e convida os militantes para uma reflexão.
Rui Falcão: A CNBB e a necessidade de uma profunda reflexão.
Em meio aos ataques desferidos pela oposição conservadora contra o governo Dilma, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou documento, dia 28 de outubro passado, que convida a todos a uma profunda reflexão.
Intitulado “A Realidade Sociopolítica Brasileira: Dificuldades e Oportunidades”, o texto, diante da crise política e econômica atual, critica “a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional”.
Na avaliação do cenário do País, o documento da CNBB menciona o pessimismo contaminador, “porém equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída”.
A CNBB faz uma convocação geral para “assegurar a governabilidade que implica o funcionamento  adequado dos três poderes”, insiste na necessidade de recuperar o crescimento sustentável e reduzir as desigualdades, e exige profundas transformações na saúde e na educação.
Ao abordar as eleições de 2016, o texto chama à responsabilidade todos os atores políticos e sociais “comprometidos com a ética, a justiça e a paz a aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contaminadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país”.
Na conclusão, a CNBB condena a corrupção (“praga da sociedade”, segundo o Papa Francisco), mas destaca que o combate a este mal exige que o “Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça”.
A íntegra do pronunciamento está no site da CNBB. Convido a nossa militância a debater e difundir o texto.
P.S. Saudamos o PCdoB pelo seu belo e combativo programa de TV.
Rui Falcão é presidente nacional do PT
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SES-MG lança campanha de sensibilização para a saúde do homem.


Ações dentro do ‘Novembro Azul’ incentivam a prática de hábitos saudáveis e incluem site específico para orientações.
Durante todo o mês de novembro a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promove a Campanha de Promoção à Saúde do Homem. Com o tema “Saúde é Atitude”, tem o objetivo de sensibilizar a população para a importância do cuidado integral com a saúde masculina, incluindo a prevenção do câncer de próstata, câncer de testículo e de pênis. Além disso, a campanha também promoverá ações de mobilização para a segurança no trânsito.
Segundo a superintendente de Atenção Primária à Saúde da SES-MG, Maria Aparecida Turci, é preciso incentivar os homens a darem atenção à própria saúde, adotando hábitos de vida mais saudáveis.
“Em geral, homens apresentam maior exposição às situações de risco para a saúde, como consumo de álcool, cigarro e má alimentação. Por isso, o objetivo da campanha é trabalhar as boas práticas de saúde de uma forma completa, incentivando a atividade física e controle do peso”, explica.
A Campanha de Promoção à Saúde do Homem, assim como foi no Outubro Rosa, tem como foco o cuidado integral com a saúde, incluindo o incentivo de hábitos de vida mais saudáveis. Para isso, serão realizadas diversas ações para sensibilizar a população masculina a cuidar da saúde como um todo, incluindo a prática regular de atividade física, a realização de consultas médicas e exames periódicos e uma alimentação balanceada.
Para mobilizar a população, a campanha contará também com a iluminação especial de prédios e monumentos públicos, distribuição de panfletos informativos e lacinhos azuis, publicidade em rádio e metrô, parcerias com instituições públicas e privadas, entre outras ações de divulgação em Belo Horizonte e no interior do estado.
Com a hashtag #HomemQueSeCuida, a campanha também será feita nas redes sociais da SES-MG, incluindo a criação do site www.saude.mg.gov.br/saudedohomem com informações sobre a campanha.
De acordo com Maria Turci, os homens em geral vivem em média sete anos a menos do que as mulheres e, por acharem que nunca vão adoecer, acabam não cuidando da saúde.
“Homens apresentam maior risco para doenças cardiovasculares, respiratórias, digestivas, cânceres, colesterol elevado, diabetes, pressão alta e tendência à obesidade. Por isso, manter hábitos de vida saudáveis, além de procurar os serviços de saúde frequentemente é fundamental”, afirma.
Fatores de atenção.
O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.
Em sua fase inicial, o câncer de próstata tem evolução silenciosa e pode não apresentar sintomas. No entanto, é importante ficar atento para sinais como urinar com frequência e pouco de cada vez, dificuldade, dor ou ardor ao urinar e presença de sangue ou sêmen na urina.
Já o câncer de pênis é considerado um tumor raro, com maior incidência em homens a partir dos 50 anos, embora possa atingir também os mais jovens. Esse tipo de câncer está relacionado à má higiene e a homens que não se submeteram à circuncisão (remoção da pele que reveste a glande).
O câncer de testículo, apesar de raro, tem maior incidência em homens entre 15 e 50 anos. Se detectado no início, é facilmente curado e com baixo índice de mortalidade.
Em geral, os homens também se envolvem mais em acidentes de trânsito e situações de violência. A violência tem um impacto importante sobre a saúde dos homens em todo o mundo. Em Minas Gerais, em 2013, 89% de homens entre 15 e 39 anos morreram devido a causas externas como acidentes de trânsito e agressões.
Foto e fonte: Agência Minas
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BDMG lança edital de R$ 50 milhões para projetos municipais voltados às questões climáticas.



Podem ser financiadas ações de mobilidade urbana, gestão de resíduos urbanos, eficiência energética e adaptações às mudanças do clima.
Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) disponibiliza linha de crédito de R$ 50 milhões, por meio de recursos da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), para financiamento de projetos relacionados com questões climáticas e com a universalização de serviços básicos. O edital está aberto a municípios, consórcios intermunicipais e concessionários de serviços públicos. Podem ser financiados projetos de mobilidade urbana, gestão de resíduos urbanos, eficiência energética e adaptações às mudanças climáticas.
Para a seleção das propostas apresentadas serão utilizados indicadores específicos descritos no edital da linha de financiamento. Um dos parâmetros considerados será a posição do município no Índice Mineiro de Vulnerabilidade Climática, da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam).
Além dos critérios técnicos, relacionados ao investimento que se pretende realizar, serão avaliadas a capacidade de endividamento do proponente, conforme limites previstos na Resolução 43 do Senado Federal; a adimplência cadastral e financeira com o BDMG; e a inexistência de pendências em projetos anteriores financiados pelo BDMG. As propostas podem ser preenchidas por meio de formulário específico disponível no site www.bdmg.mg.gov.br até 15 de dezembro de 2015.
Segundo o diretor Financeiro e de Crédito do BDMG, Rogério Sobreira, muitos municípios encontram dificuldades em formatar projetos. Por isso, haverá uma capacitação técnica para que os gestores públicos possam elaborar as propostas. “Muitas vezes essa dificuldade é o elemento central que faz com que o município não tenha o acesso ao crédito. O BDMG, juntamente com a  CemigServasFeam Fundação João Pinheiro, fará uma experiência-piloto de capacitação em novembro, e esperamos que essa iniciativa seja implementada de modo perene a partir do ano que vem”, ressalta.
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Nota da CNBB critica propaganda derrotista e convoca sociedade a defender conquistas sociais.
Em nota divulgada pelo Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, entidade convoca a sociedade civil a assegurar a governabilidade e a garantia das conquistas sociais. “Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. Leia a íntegra do documento:
A REALIDADE SOCIOPOLÍTICA BRASILEIRA: DIFICULDADES E OPORTUNIDADES.
O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 27 a 29 de outubro de 2015, comprometido com a vivência democrática e com os valores humanos, consciente de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, manifesta-se acerca do momento de crise na atual conjuntura social e política brasileira.
A permanência e o agravamento da crise política e econômica, que toma conta do Brasil, parecem indicar a incapacidade das instituições republicanas que não encontram um modo de superar o conflito de interesses que sufoca a vida nacional, e que faz parecer que todas as atividades do país estão paralisadas e sem rumo. A frustração presente e a incerteza no futuro somam-se à desconfiança nas autoridades e à propaganda derrotista, gerando um pessimismo contaminador, porém, equivocado, de que o Brasil está num beco sem saída. Não nos deixaremos tomar pela “sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre” (Papa Francisco – Alegria do Evangelho, 85).
Somos todos convocados a assegurar a governabilidade que implica o funcionamento adequado dos três poderes, distintos, mas harmônicos; recuperar o crescimento sustentável; diminuir as desigualdades; exigir profundas transformações na saúde e na educação; ampliar a infraestrutura, cuidar das populações mais vulneráveis, que são as primeiras a sofrer com os desmandos e intransigências dos que deveriam dar o exemplo. Cada protagonista terá que ceder em prol da construção do bem comum, sem o que nada se obterá.
É preciso garantir o aprofundamento das conquistas sociais com vistas à construção de uma sociedade justa e igualitária. Cabe à sociedade civil exigir que os governantes do executivo, legislativo e judiciário recusem terminantemente mecanismos políticos que, disfarçados de solução, aprofundam a exclusão social e alimentam a violência, entre os quais o estado penal seletivo, as tentativas de redução da maioridade penal, a flexibilização ou revogação do Estatuto do Desarmamento e a transferência da demarcação de terras indígenas para o Congresso Nacional. No genuíno enfrentamento das atuais dificuldades pelas quais passa o país, não se pode abrir espaço para medidas que, de maneira oportunista, se apresentam como soluções fáceis para questões sabidamente graves e que exigem reflexão e discussão mais profundas com a sociedade.
A superação da crise passa pela recusa sistemática de toda e qualquer corrupção, pelo incremento do desenvolvimento sustentável e pelo diálogo que resulte num compromisso comum entre os responsáveis pela administração dos poderes do Estado e a sociedade. O Congresso Nacional e os partidos políticos têm o dever ético e moral de favorecer a busca de caminhos que recoloquem o país na normalidade. É inadmissível alimentar a crise econômica com uma crise política irresponsável e inconsequente.
Recorde-se que “uma sociedade política dura no tempo quando, como uma vocação, se esforça por satisfazer as carências comuns, estimulando o crescimento de todos os seus membros, especialmente aqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade ou risco. A atividade legislativa baseia-se sempre no cuidado das pessoas” (Papa Francisco ao Congresso dos EUA). Nesse sentido, com o espírito profético inspirado na observância do Evangelho, a CNBB reitera que o povo brasileiro, os trabalhadores e, principalmente, os mais pobres não podem ser prejudicados em nome de um crescimento desigual que reserva benefícios a poucos e estende a muitos o desemprego, o empobrecimento e a exclusão.
A construção de pontes que favoreçam o diálogo entre todos os segmentos que legitimamente representam a sociedade é condição fundamental para a superação dos discursos de ódio, vingança, punição e rotulação seletivas que geram um clima de permanente animosidade e conflito entre cidadãos e grupos sociais. Esse clima belicoso, às vezes alimentado por parte da imprensa e das redes sociais, poderá contaminar ainda mais os corações e mentes das pessoas, aprofundando abismos e guetos que, historicamente, maculam nossa organização social. Ao aproximar-se o período eleitoral de 2016, é responsabilidade de todos os atores políticos e sociais, comprometidos com a ética, a justiça e a paz, aperfeiçoarem o ambiente democrático para que as eleições não sejam contagiadas pelos discursos segregacionistas que ratificam preconceitos e colocam em xeque a ampliação da cidadania em nosso país.
A corrupção se tornou uma “praga da sociedade” e um “pecado grave que brada aos céus” (Papa Francisco – O rosto da misericórdia, n.19). Acometendo tanto instituições públicas, quanto da iniciativa privada, esse mal demanda uma atitude forte e decidida de combate aos mecanismos que contribuem para sua existência. Nesse sentido, destaca-se a atuação sem precedentes dos órgãos públicos aos quais compete combater a corrupção. A contraposição eficaz à corrupção e à sua impunidade exige, antes de mais nada, que o Estado cumpra com rigor e imparcialidade a sua função de punir igualmente tanto os corruptos como os corruptores, de acordo com os ditames da lei e as exigências de justiça.
Deus nos dê a força e a sabedoria de seu Espírito, a fim de que vivamos nosso ideal de construtores do bem comum, base da nova sociedade que almejamos para nós e para as futuras gerações.

Brasília, 28 de outubro de 2015.
Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília-DF
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia- BA
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário Geral da CNBB
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BH recebe Festival de Cultura Quilombola.



Minas Gerais é um dos estados brasileiros com o maior número de comunidades quilombolas do país. São mais de 500 registradas, num universo de resistência e salvaguarda secular de tradições únicas. Uma grande celebração, entre os dias 6 e 8 de novembro, em Belo Horizonte, será a oportunidade para conhecer um pouco mais desta vastidão cultural mineira, brasileira e por que não, africana: o Canjerê – 1º Festival de Cultura Quilombola de Minas Gerais.
O festival acontecerá na Funarte-MG e terá entrada gratuita. Quase 50 comunidades de todas as regiões já confirmaram participação nas atividades que vão desde feira de artesanato e culinária até apresentações de grupos culturais, shows, cortejos, debates e oficinas.
Como acontece em muitas festas das comunidades quilombolas, o ponto de partida será a subida do mastro no pátio da Funarte, que acontecerá na tarde do dia 06 (sexta-feira) e será comandada pela Guarda de Moçambique de São Benedito, da comunidade de Carrapatos da Tabatinga, localidade do município de Bom Despacho, região Centro-Oeste de Minas.
Os músicos Sérgio Pererê e Pereira da Viola também farão shows dentro das programações dos dias 6 e 7, respectivamente, sempre acompanhados de grupos do interior do estado.
Já o encerramento promete ser inesquecível. Para o domingo (8), está programado um grande cortejo com Irmandades do Rosário desde a Funarte até a Igreja São José, na avenida Afonso Pena, com a descida do mastro.
Além da programação de festividades, no dia 4 (quarta-feira) serão promovidos dois debates na Fafich/UFMG (Campus Pampulha): “Comunidades Quilombolas e Trabalho: Construção da cidadania, geração de renda, às 14h e emancipação política” e “Mulheres Quilombolas na luta pelo Bem Viver”, às 17h.
Comunidades confirmadas.
Entre as comunidades quilombolas confirmadas no Canjerê estão: Arturos (Contagem-MG), Ascaxar (Dom Joaquim-MG), Baú, Ausente, Fazenda Santa Cruz, Queimadas e Vila Nova (Serro-MG), Brejo dos Crioulos (São João da Ponte-MG), Roça Grande (Berilo-MG), Buraquinhos, São Felix e São José do Barro Vermelho (Chapada Gaúcha-MG), Buriti do Meio e Bom Jardim da Prata (São Francisco-MG), Carneiro, Água Limpa de Cima, Água Limpa, Santa Cruz e Água Preta de Baixo (Ouro Verde de Minas-MG), Carrapatos da Tabatinga (Bom Despacho-MG), Chacrinha dos Pretos (Belo Vale-MG), Espinho (Gouveia-MG), Gurutuba (Jaíba-MG), Indaiá e Barro Preto (Antônio Dias-MG), Ivo (Braúnas-MG), Mangueiras e Manzo Ngunzo Kaiango (Belo Horizonte-MG), Marobá e Marobá dos Teixeira (Almenara-MG), Mumbuca (Jequitinhonha-MG), Onça de Cima, Pega, Curral Novo, Almas, Capim Puba e União do Rosário (Virgem da Lapa-MG), Pradinho (Bertópolis-MG), Raiz (Presidente Kubitscheck-MG), Três Barras, Buraco e Cubas (Conceição do Mato Dentro-MG), Sapé e Marinhos (Brumadinho-MG), Alegre (Januária-MG) e Quilombo Praia (Manga-MG).
N’Golo.
A concretização do Canjerê vem de um sonho iniciado em 2003, quando uma série de encontros sobre politicas públicas e direitos quilombolas gerou uma grande mobilização das comunidades em Minas Gerais. No ano seguinte, aconteceu, em Belo Horizonte, o 1º Encontro de Comunidades Negras e Quilombolas do estado. Ali decidiu-se pela criação da Federação das Comunidades Quilombolas de Minas Gerais (N’Golo).
Hoje, a N’Golo é a principal entidade formal da luta quilombola em Minas Gerais. Sua atuação é dedicada à articulação política com o poder público e instituições dedicadas aos direitos humanos e à justiça social, investindo na representatividade junto aos Conselhos e instâncias regulatórias, e na formação de lideranças por meio de vivências e visitas às comunidades.
A cada três anos, a N’Golo realiza um Encontro Estadual Quilombola com o objetivo de reunir de forma mais abrangente os quilombos de Minas Gerais. O objetivo desses encontros é avaliar o movimento, as conquistas e os possíveis retrocessos da agenda quilombola no cenário nacional.
Canjerê – 1º Festival de Cultura Quilombola de Minas Gerais.
Data: 6/11 a 8/11
Local: Funarte MG – Rua Januária, 68 – Bairro Floresta – Belo Horizonte
Entrada: gratuita
Programação
Dia 6/11, sexta-feira, das 15 às 22h
Subida do mastro: Guarda de Moçambique de São Benedito (Carrapatos da Tabatinga) e Candombe do Matição. Filhos de Zambi (Arturos) e show com Sérgio Pererê.
Dia 7/11, sábado, das 11 às 22h
Candombe e Grupo de Dança (Açude), Folia de Reis e Dança de Roda (São Félix), Folia de Reis, Caboclinho e Cantiga de Roda (Espinho), Batuque (Indaiá do Barro Preto), Dança da Mumbuca (Córrego Mestre), Batuque (Brejo dos Criolos), Batuque de Crianças (Baú), Danças de Congado (Brejo, Mocó dos Pretos, Vila Santo Isodoro, Catitu do Meio, Misericórdia, Gravatá, Água Suja e Quebra Bateia), Folia de Reis e Batuque (Gurutuba), Batuque da Lapinha (Lapinha) e shows com Sempre Samba (Carrapatos da Tabatinga) e Pereira da Viola.
Dia 8/11, domingo, das 10 às 18h
10h – Cortejo com Irmandades do Rosário da FUNARTE até a Igreja São José, no Centro, e descida do mastro: Guarda de Moçambique de São Benedito (Carrapatos da Tabatinga), Congado de Berilo e Chapada do Norte (Brejo, Mocó dos Pretos, Vila Santo Isodoro, Catitu do Meio, Misericórdia, Gravatá, Água Suja e Quebra Bateia), Reinado dos Arturos, Guarda de Moçambique (Sapé/Marinhos), Congo de Córrego de Meio, Catopê de Milho Verde (Ausente) e Marujada de ASCAXAR. Grupo Minorê Dança Afro (Carrapatos da Tabatinga) e Capoeira e Samba de Roda (Manzo Ngunzo Kaiango).
Fonte e imagem: Mundo Vasto Mundo

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