CEZAR CANDUCHO

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

PTMG - PT reafirma compromisso na luta pelo retorno de Dilma à Presidência.


Em nota assinada pelo presidente do PT, Rui Falcão, o partido reforça o compromisso com a luta democrática e com o mandato legítimo de Dilma.
O Partido dos Trabalhadores repudia, em nota assinada pelo presidente Rui Falcão, a versão, forjada, de que a legenda teria abandonado a presidenta eleita Dilma Rousseff.
“O PT repele e desmente mais esta invencionice, sustentada por “fontes” anônimas, e reafirma seu compromisso integral na luta pelo retorno à Presidência da companheira Dilma”, diz o documento.
Na nota, o partido reforça que confia na capacidade das mobilizações populares de barrar o golpee relembra que Dilma não cometeu nenhum crime.

Leia a nota, na íntegra:
“Apoiadores do golpe desde o início e interessados na continuidade do governo usurpador, setores da mídia monopolizada forjam a versão de que o PT abandonou a presidenta Dilma Rousseff.
O PT repele e desmente mais esta invencionice, sustentada por “fontes” anônimas, e reafirma seu compromisso integral na luta pelo retorno à Presidência da companheira Dilma.
O PT acredita que as mobilizações das Frentes e dos setores democráticos — que apoia e das quais participa — serão capazes de barrar o golpe contra a presidenta, que não cometeu nenhum crime.
E confia em que a maioria dos senadores e senadoras, na votação final, irá preservar os 54 milhões de votos e o mandato legítimo conquistados pela nossa presidenta.
Rui Falcão
Presidente nacional do PT”
 Foto e fonte: Agência PT de Notícias
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“Quem pode falar o que eu devo fazer é a população”, diz Dilma.



Em entrevista exclusiva para a BBC Brasil, Dilma garante que vai propor, em carta pública, um plebiscito sobre novas eleições.
A presidenta eleita Dilma Rousseff  deve detalhar, nesta semana, em uma carta pública ao povo brasileiro e ao Senado, sua proposta de plebiscito sobre o futuro do País. Durante a entrevista exclusiva para a BBC Brasil, Dilma enfatizou que o o povo é quem irá orientar suas decisões.
“Estou defendendo um plebiscito porque quem pode falar o que eu devo fazer não é nem o Congresso, nem uma pesquisa, ou qualquer coisa. Quem pode falar é o conjunto da população brasileira que me deu 54 milhões e meio de votos”, disse Dilma.
A realização de um plebiscito depende de aprovação do Congresso Nacional. Dilma ressaltou que é necessário apenas o apoio da maioria simples dos congressistas para convocar um plebiscito.
“Acredito que nós temos que lutar para viabilizar o plebiscito. Pode ser difícil passar (no Congresso), a eleição direta foi também”, comparou a presidenta.
“Nós perdemos quando nós defendemos as Diretas Já e tinham milhões de pessoas nas ruas. Perdemos num momento e ganhamos no outro”, completou.
Segundo Dilma, não existe a hipótese de ela renunciar e seria “ingenuidade” achar que o golpistaMichel Temer faria o mesmo gesto.
“Quando você tem um julgamento de um presidente sem crime de responsabilidade, nada mais oportuno do que esse presidente gentilmente sair da pauta. Não renuncio. Eu volto para o governo e faço um plebiscito. É essa a proposta. Não tem hipótese de eu fazer esse gesto tresloucado: renunciar”, afirmou.
Além disso, também pretende comparecer pessoalmente para fazer sua defesa quando o caso for julgado pelo plenário do Senado, entre final de agosto e início de setembro.
“Eu quero muito ir. Depende das condições. Como o presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, presidirá (o julgamento), acredito que haverá condições”, afirmou.
Fonte: Agência PT de Notícias

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