CEZAR CANDUCHO

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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Temer é rejeitado por 59% e está abaixo das expectativas para 36%, diz pesquisa.


Jornal GGN - Pesquisa Ipsos divulgada nesta quinta (27) mostra que Michel Temer é desaprovado por 59% de um total de 1,2 mil entrevistados que foram ouvidos entre 1 e 12 de outubro, em 72 cidades. A avaliação positiva do presidente ficou praticamente estável em outubro, com 31%. Segundo o instituto, esse é seu melhor desempenho do peemedebista desde agosto de 2015. 
Apesar de manter a aprovação estável, o governo Temer até aqui ficou abaixo das expectativas para 36% dos entrevistados. Em contrapartida, 16% dos pesquisados afirmam que o novo governo está dentro das suas expectativas e, para 2%, o governo superou as suas expectativas. Um quarto dos pesquisados (24%) disse que é muito cedo para opinar e 8% dos pesquisados não souberam responder. Outros 14% disseram que não tinham expectativas com o novo governo.
Quando sua gestão é dividida por áreas, Temer tem mais aprovação no combate à inflação (33%), seguido por combate à corrupção e sua atuação para realizar melhorias nos programas Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família, ambos com 31%. Já no combate ao desemprego, à pobreza e à violência, Temer tem 51% de desaprovação em todos os setores. O índice dos que não sabem ou não responderam ficou entre 21% e 25%.
Em relação à pesquisa anterior, de setembro, a desaprovação de Temer caiu em todos os dez temas analisados no período. A maior queda foi registrada no combate à corrupção, com retração de cinco pontos percentuais, seguida por combate à inflação (-4) e solução da crise econômica (-2). 
A pesquisa ainda sondou a percepção sobre o rumo do país, e registrou uma "leve melhora", embora o resultado ainda seja dramático: 83% dos entrevistados disseram em outubro que o Brasil está no rumo errado - queda de quatro pontos percentuais ante setembro. Em contrapartida, 17% dos pesquisados afirmaram que o Brasil está no rumo certo, contra 13% registrados no mês passado. A margem de erro é de três pontos percentuais.
A avaliação do governo federal ficou praticamente estável em outubro, com 9% dos que avaliam a gestão federal como ótima ou boa, 32% que classificam a gestão como regular e 46% que avaliam o governo como ruim ou péssimo. Outros 13% não souberam responder.
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