CEZAR CANDUCHO

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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

PTMG realiza debate nesta sexta.


Acontece amanhã (sexta-feira), no auditório no CREA (colocar endereço) o debate sobre a “Conjuntura e o futuro do PT” às 19h. O seminário contará com a participação do Secretário Nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza e o professor da UFMG e militante petista, Juarez Guimarães.
Além da participação dos expositores, o debate contará com a presença dos membros da executiva estadual do partido, membros do diretório nacional e estadual, além dos deputados e deputadas federais e estaduais.
O seminário é realizado pela direção estadual da sigla, e é aberto para toda a militância de esquerda que queira participar, ele antecede o encontro do diretório estadual que tem como uma das pautas a conjuntura estadual.
Serviço: 
Debate “Conjuntura e o futuro do PT”
Quando: 25/11 – sexta-feira
Hora: 19hs
Local: CREA – auditório 6º andar
Informações: 31157613
Assessoria de Comunicação PTMG

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Privatização de Temer é retorno aos anos 90, afirmam sindicalistas.


Presidente golpista fechou 400 agências do Banco do Brasil; outras empresas públicas como a Petrobras passam pelo mesmo processo de sucateamento.
Na última segunda-feira (21), funcionários do Banco do Brasil chegaram para trabalhar e encontraram suas agências fechadas. Pela imprensa, descobriram que o fechamento fazia parte de uma reestruturação do banco público, que encerrou mais de 400 agências e transformou outras 300 em postos de atendimentos.
A reestruturação também demitiu cerca de 9,3 mil funcionários do banco, e quer encerrar mais milhares de vagas por meio de um plano de aposentadoria “voluntária”. Muitos funcionários também perderão grande parte dos seus rendimentos ao deixarem o trabalho em agências, que proporciona comissões e um salário melhor.
Para Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato dos Bancários, a medida do governo golpista vai na contramão do que o Brasil necessita.
“A medida foi muito ruim, caminha no sentido contrário do que o Brasil precisa, que é fortalecer os bancos públicos para melhorar o acesso ao crédito”, afirmou ela, em seminário da campanha “Se é Público é Para Todos”, que ocorreu no próprio sindicato, nesta quarta-feira (23).
Em meio ao aumento do desemprego, o golpista enfraquece ainda mais o mercado de trabalho ao esfacelar as empresas estatais. Além disso, diminui o acesso ao crédito, sobretudo para setores que dependem do banco público, como o da agricultura familiar. Moreira explica que 60% do crédito para a agricultura familiar hoje é feito pelo Banco do Brasil.
“Os bancos privados não querem saber disso”, diz ela.
Outra crítica é ao modo que a reestruturação foi feita. “O governo fez de uma forma desrespeitosa, sem dialogar com o movimento sindical, muitos funcionários que chegaram na segunda-feira para trabalhar e descobriram que suas agências estavam fechadas”, explica. Segundo a sindicalista, a próxima vítima pode ser a Caixa Econômica Federal.
Seminário Se É Público É para Todos. Foto: Kamilla Ferreira/Agência PT

Petrobras

Para Zé Maria, da Federação Única dos Petroleiros (FUP), os boletins de 2016 repetem os da década de 1990. O sindicalista explica que há um desmonte deliberado da Petrobras que está conectado com o interesse de petroleiras estrangeiras. Além disso, está em curso um plano de demissão voluntária que pode resultar na saída de 20 mil trabalhadores.
“Uma empresa da excelência da Petrobras não suporta isso. Toda uma geração vai deixando a companhia. O futuro dela está seriamente comprometido”, afirma.
Quando o PT chegou ao governo, segundo Zé Maria, a Petrobras respondia por 2% do PIB. Em 2013, chegou a 13%. De 33 mil empregados em 2002, passou a 85 mil empregados. Já a indústria naval passou de 2 mil empregados para 90 mil empregos, estimulado pela política de obrigatoriedade de conteúdo nacional estabelecida nos governos do PT.
Em pesquisa e desenvolvimento, o dinheiro investido saiu de R$ 110 milhões para R$ 1 bilhão. “Recuperamos a engenharia da Petrobras”, diz.
Já o professor e sociólogo Emir Sader afirmou que o processo de privatização da Petrobras é criminoso. Sob a gestão de Pedro Parente, indicado pelo golpista Michel Temer, a estatal está sendo fatiada e vendida em partes para o mercado.
“Ninguém delegou a eles fazer isso, estão fazendo na contramão da vontade popular, de maneira acelerada, e é um crime contra o patrimônio nacional”, diz.
Segundo o professor, o desmonte tem a ver com interesses americanos. “Desmontar a economiabrasileira tem a ver com interesses dos EUA. Incomodava muito a América Latina integrada ocupando uma posição de liderança”, diz.
Nesse contexto, está a figura do juiz Sérgio Moro, que possui contato direto com o departamento de Justiça americano. Sader lembrou dos vários escândalos de espionagem por parte dos Estados Unidos, revelados por Edward Snowden.
A Petrobras, o Ministério de Minas e Energia e a própria presidenta da República Dilma Rousseff(PT) foram espionados pelos Estados Unidos. Logo depois, iniciou-se a operação Lava-Jato. “É um projeto concreto de desarticulação do Brasil”, disse ele.
Foto e fonte: Agência PT de Notícias
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“Não vão me tirar da luta com ameaças”, garante Lula.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou no ato de abertura do 25º Congresso da APEOESP, nesta quarta-feira (23), onde foi convidado de honra.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu, mais uma vez, que não vai deixar a luta em defesa de um Brasil mais justo e em defesa de sua história. A afirmação foi feita durante o 25º Congresso Professores da Educação Oficial do Estado de São Paulo, que acontece nesta semana no município de Serra Negra.
Os docentes realizam seu evento em clima de luta e resistência. Nesta quarta, no auditório municipal que recebe o encontro, foi realizado um ato político. Os cerca de mil professores presentes ouviram de líderes de partidos políticos, sindicatos e associações um discurso pela unidade dos campos populares na política nacional.
Lula falou sobre o processo de perseguição jurídica de que é alvo atualmente, e que é parte da mesma mobilização de interesses que levaram ao golpe contra Dilma Rousseff.
“Alguns jovens da Polícia Federal produzem mentiras para que meios de comunicação as transmitam. Depois, jovens procuradores do Ministério Público Federal se utilizam dessas montagens para construir mais mentiras. Então, apresentam uma denúncia falsa ao juiz (Sérgio) Moro, que ajuda os procuradores a montar melhor suas teses. Mas eu não tenho medo. Já estou processando o Moro e um delegado da PF. Não vou sair do país, nunca vou me exilar. Um dia, quem vai querer se exilar desse país é quem está contando todas essas mentiras sobre mim”.
“Se eles estão acostumados a lidar com gente que tem medo de manchete de jornal, quero dizer: vocês estão mexendo com um cidadão que aprendeu a ganhar de cabeça erguida”, disse Lula. “Não vão me tirar da luta com ameaça. Eu gosto de brigar. Somente Deus vai me fazer parar”, continuou.
Durante o encontro, Lula exaltou o caráter transformador da educação e reforçou a importância de investir no setor.
“Quando eu estava na Presidência, fizemos uma pesquisa de opinião que trouxe uma única unanimidade: de que é preciso que se estabeleça no país uma educação pública, universal e de qualidade”, disse. “Mas, na pergunta seguinte do questionário, se as pessoas acreditavam ser possível criar uma educação pública como se queria, a maioria respondia que não. A gente sonhava, mas não acreditava no próprio sonho”.
Lula lembrou, na sequência, de como seu governo foi um marco para o ensino público universitário e técnico, os dois cuja implantação e administração competem ao ente federal no país. Lembrou que, em 13 anos de governos de Lula e Dilma, foram criadas 282 escolas técnicas federais, três vezes mais do que já havia sido feito em toda a história do Brasil. Que foram criadas 18 novas universidades federais. Que mais de um milhão de alunos tiveram acesso a bolsas integrais e parciais de estudos do Programa Universidade para Todos (Prouni).
lula_congresso
O processo de democratização do ensino, porém, lembrou o ex-presidente, foi interrompido.
“É que tudo isso incomoda. Parte da elite deste país não gosta de dividir o que é público com os mais pobres. Por isso é que deram um golpe. Deram um golpe sabendo que estavam construindo uma mentira, que depois foi aceita pela Câmara e pelo Senado. Porque estavam cumprindo uma missão para a elite brasileira. Se aproveitando de um momento difícil do governo, de baixa popularidade na opinião pública, fizeram um serviço a mando das elites”. ”
“Mas de uma coisa eu tenho certeza: tiraram a Dilma de lá, não pelas coisas ruins feitas no no governo dela. Mas sim pelas coisas boas”.
Gilmar Mauro, representante do MST disse: “Quando tentaram invadir a nossa escola (Florestan Fernandes), nós resistimos juntos. A Bebel (presidente da Apeoesp, sindicato dos docentes) foi lá, resistir junto. O ex-presidente Lula foi lá, resistir conosco. E hoje estamos todos aqui. Porque só unidos podemos enfrentar este governo golpista”. A Bebel falou: “Nós não engolimos o golpe! E não vamos engolir, porque se nos resignarmos, aí começamos a ter que aceitar tudo, aí vamos engolir muito mais”.Do site Lula.com.br

Com informações da Agência PT de notícias, Assessoria de Comunicação PTMG 

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