CEZAR CANDUCHO

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Rui Falcão: PEC 55 arreganha a hipocrisia do governo usurpador.


Em artigo semanal, presidente do PT convoca luta e mobilização dos movimentos sociais e partidos de esquerda contra a PEC 55 e a Reforma da Previdência.
Depois do vergonhoso episódio protagonizado pelo Supremo Tribunal Federal semana passada, a maioria do Senado, num frêmito de vassalagem, apressa-se para entregar a Temer e ao mercado a aprovação da PEC 55, aquela que submete o Orçamento da União não mais ao povo (ainda que pro meio de seus representantes eleitos), mas a uma variável econômica; a inflação do ano anterior.
Além de todos os males conhecidos, além de inconstitucional, além de cortar recursos futuros da saúde, da educação e dos investimentos públicos, a PEC 55 arreganha a hipocrisia do governo usurpador, que prega austeridade, mas projeta um déficit recorde para 2016 e 2017.
Assim como a anunciada reforma da Previdência, necessária, segundo os golpistas, para garantir a sobrevivência do sistema – o que de fato será assegurado pois não haverá novos aposentados – a PEC 55 vai favorecer os privilegiados de sempre: o grande capital, aqueles que não querem financiar os serviços públicos por meio de impostos. São eles que encaram o Estado como concorrente nas áreas de educação, saúde e seguridade, por exemplo, que se tornariam reservas de mercado para a ganância voraz do capital.
Fica claro, portanto, que o apelo à austeridade como solução da crise econômica é, no fundo, um problema de distribuição de renda, um conflito agravado pelo aprofundamento da recessão. Mais que vinculada à contabilidade fiscal do Estado, a “austeridade” neoliberal integra um discurso ideológico favorável às classes dominantes.
Impedir que se consumem estes atentados à população – a grande vítima do governo ilegítimo – exige esclarecimento, informação honesta, resistência, luta, mobilização, cuja responsabilidade cabe ao PT, aos partidos de esquerda, aos movimentos sociais, à intelectualidade democrática, às juventudes, num movimento frentista e unitário.
As pesquisas recentes, que confirmam à exaustão a impopularidade e desmoralização dos usurpadores liderados por Temer & associados, reforçam a necessidade, a urgência, de antecipar as eleições e abrir um amplo processo constituinte no País.
Rui Falcão é presidente nacional do PT
Foto e fonte: Agência PT de Notícias
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Secretaria de Cultura inaugura Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira.



Acervo sobre artes visuais reunido ao longo de 50 anos pelo crítico Márcio Sampaio foi doado à Superintendência de Museus e Artes Visuais de Minas Gerais.
Um rico acervo sobre artes visuais mineiras, envolvendo catálogos, livros, publicações diversas, áudios e vídeos, que retratam cerca de 1.700 artistas que atuaram do Século XIX até os dias atuais é o que compreende o Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira (Cedam), que a Secretaria de Estado de Cultura inaugura nesta terça (13/12).
O acervo é formado pela coleção particular do renomado crítico de arte e pesquisador Márcio Sampaio, que cedeu todo o material à Superintendência de Museus e Artes Visuais de Minas Gerais.
O evento integra a programação do 9º Encontro Estadual de Museus, que acontece nesta segunda e terça-feira (12 e 13/12), com o tema “Pesquisa: no e para museu”.
O crítico de arte e pesquisador Márcio Sampaio – Foto: Carlos Alberto/Imprensa MG
O acervo é fruto de meio século de dedicação de Márcio Sampaio, que recolheu material sobre a arte visual mineira, compondo uma coleção com vasto registro sobre os principais e mais destacados nomes do cenário estadual.
Estão incorporados ao Cedam bibliografias e publicações sobre a arte brasileira e internacional, catálogos de exposições, gravações em vídeos, recortes de jornais e revistas, além de gravações em áudios e transcrições em CD.
Todo esse material reúne informações sobre artistas de várias épocas, especialmente com ênfase na arte moderna e contemporânea. Um dos destaques é o profundo material que detalha as manifestações do Barroco em Minas Gerais e no Brasil.
Outro ponto alto, conforme alerta o pesquisador, são os catálogos da 1ª exposição Modernista de Belo Horizonte, realizada em 1944.
“É um raro e precioso acervo de informações a respeito da história da arte em Minas Gerais e no Brasil”, destaca o secretário Angelo Oswaldo. Para ele, o acesso a essa documentação “confere amplas dimensões às possibilidades de pesquisa em especial sobre a produção artística mineira”.
A superintendente de Museus e Artes Visuais, Andréa de Magalhães Matos, comemora a chegada do acervo. “Será uma grande oportunidade de tratar de assunto tão relevante para qualquer instituição museológica e ainda de ampliar e estimular pesquisas tanto desenvolvidas pela sua própria equipe, quanto por outros profissionais, ou mesmo em atividades conjuntas”, ressalta.
O crítico de arte e pesquisador avalia que a Superintendência de Museus e Artes Visuais é o espaço ideal para a guarda do material. “Todo o acervo que coletei ao longo de tantos anos terá a finalidade com que sempre sonhei. A abertura do Cedam neste espaço museológico possibilitará que o acervo seja ampliado com a incorporação de outros documentos, em um processo contínuo de construção”, diz Márcio Sampaio.

O Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira (Cedam) irá agregar à Superintendência de Museus e Artes Visuais mais um espaço aberto ao público, para visitação e pesquisa, divulgando e valorizando a diversidade da cultura mineira.
Serviço:
Inauguração do Centro de Estudos e Difusão da Arte Mineira (Cedam)
Data: 13 de dezembro de 2016 (terça-feira)
Horário: 18h
Local: Museu Mineiro – Avenida João Pinheiro, 342 – Funcionários, Belo Horizonte/MG
Foto e fonte: Agência Minas

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Durval Ângelo lança, na próxima quarta, seu mais novo livro: Tempos de resistência.



Lançamento contará com stand-up comedy do ator Bemvindo Sequeira.

Tempos de resistência: escritos políticos 2016 é o nome do novo livro que o deputado estadual Durval Ângelo (PT) lança na próxima quarta-feira (14), a partir das 19 h, no Teatro da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A obra dá continuidade a Tempos Sombrios: escritos políticos 2015, lançado no final do ano passado. Com apresentação do ex-presidente Lula, prefácio do ator Bemvindo Sequeira e comentário do teólogo e escritor Leonardo Boff, Tempos de resistênciareúne uma compilação de artigos publicados pelo autor no decorrer deste ano, no jornal O Tempo e nos sites Pautando Minas, Brasil 247 e GGN (Blog do Luiz Nassif).
Incluindo também comentários nas redes sociais e pronunciamentos de Durval Ângelo na tribuna do Legislativo mineiro, o livro foi organizado cronologicamente, em uma espécie de diário de bordo, resultando em importante registro dos principais acontecimentos políticos estaduais, nacionais e internacionais, nos últimos meses.
“De todos os livros que publiquei no decorrer de mais de 30 anos, este foi, sem dúvida, o mais difícil de ser escrito, pois a cada artigo, sofríamos ao retratar a consumação do golpe e os muitos retrocessos sinalizados pelo governo ilegítimo em tão curto espaço de tempo”, afirma o autor. Em outros textos, ele aborda questões da política mineira, principalmente as relacionadas ao Governo Fernando Pimentel, do qual é líder na Assembleia Legislativa.
Entre os temas tratados, está a tentativa de afastamento do governador. “Falo das artimanhas da oposição para desestabilizar o governo de esquerda de Fernando Pimentel em Minas Gerais. Para isso, os inconformados com a derrota nas eleições apoiam-se em uma questionável operação da Polícia Federal que, eivada de vícios e irregularidades, não esconde seu objetivo de afastar um governador democraticamente eleito com mais de cinco milhões de votos”, explica.
Apesar de retratar um cenário, de certa forma, desolador, Durval Ângelo ressalta em vários textos a importância de se “manter acesa a chama da esperança” e motivar a organização da sociedade. Para ele, diante do quadro atual, resta como único caminho a resistência. “Precisamos manter a capacidade de indignação e mobilização para dizer não ao retrocesso e a partir desta negativa, construir um novo tempo. São esses caminhos de resistência a principal tônica desta nova publicação. Caminhos que vêm sendo trilhados por movimentos tradicionais de luta e pelos jovens nas ocupações, dentre outras mobilizações”, resume.
Dona Encrenca
Autor do prefácio do livro, o ator e humorista Bemvindo Sequeira será um dos convidados do lançamento, na próxima quarta-feira. A programação do evento contará com a exibição pelo ator de seu mais atual stand-up comedy: “Dona Encrenca, só muda o endereço”, no Teatro da Assembleia, às 19 h. Bemvindo aborda com muito humor as chamadas “relações de casamento” discutidas entre os casais, cujos temas são sempre os mesmos. Situações do cotidiano de todos os casais dão a tônica do espetáculo, sempre “temperado” com espirituosos comentários sobre o cenário político atual.
Assessoria de Comunicação deputado Durval Ângelo

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