CEZAR CANDUCHO

sábado, 1 de agosto de 2015

Nota de solidariedade.


O Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais se solidariza ao ex-presidente Lula e ao Instituto Lula pelo atentado sofrido na noite desta quinta-feira (30) na sede do instituto em São Paulo. Onde foi alvo de um ataque com artefato explosivo que foi arremessado contra o prédio de dentro de um carro.
Com alegria dizemos que não houve feridos e que já foi comunicado aos órgãos responsáveis, que com o auxilio das câmeras de segurança do Instituto esperamos que os responsáveis sejam identificados e punidos.
Repudiamos qualquer tipo de intolerância e ódio que está circulando nas ruas e nas redes, como já ocorreu na sede do PT em São Paulo e em Minas Gerais, onde foram colocadas faixas com dizeres agressivos.
Acreditamos que qualquer ato que coloque em risco vidas, deva ser repudiado por todos aqueles que defendem a democracia e o estado de direito.
 Saudações Petistas
Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais
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Juventude é o futuro do PT e futuro do Brasil, afirma Rui Falcão.



Em vídeo, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores convoca os jovens petistas a participarem do 3º Congresso da Juventude do PT.
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão convoca os jovens petistas e simpatizantes a participarem do 3º Congresso da Juventude do PT (3º ConJPT). Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (29), ele afirma que a juventude é o futuro do PT e futuro do Brasil.
Rui destaca os principais temas que envolvem a juventude brasileira e serão discutidos no Congresso.
“Será momento importante para discutir e formular temas como cultura, combate à homofobia, a nova política de drogas, a questão do lazer e do esporte, e também para discutir o combate ao extermínio da juventude negra e todas as formas de preconceito, como racismo, homofobia, machismo”, afirma.
O presidente nacional do PT também lembra que o Congresso da Juventude será um momento para fazer a defesa do PT, do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da presidenta Dilma Rousseff. Ele também reforça a importância da luta pela democracia, que “está sendo ameaçada pelos golpistas”.
O 3º Congresso da Juventude do PT acontecerá de 19 a 22 de novembro e terá como tema principal a luta contra o extermínio da juventude negra. As etapas municipais já começam a partir de agosto. Depois, em outubro, acontecem os congressos estaduais. Por fim, a etapa nacional reúne os jovens no mês de novembro, em Brasília.
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Para professor vítima de racismo na Unesp, preconceito é reação às políticas afirmativas.



Militante do movimento negro e professor de Comunicação, Juarez Xavier foi um dos diretamente ofendidos pelo ataque. “Não me sinto vítima, sou militante”
Integrante do movimento negro desde o final dos anos 80 e professor universitário há quase 15 anos, Juarez de Paula Xavier viu pela primeira vez seu nome estampado em uma frase racista, na última sexta-feira (24). A expressão fazia parte de um conjunto de ofensas que tomaram as paredes do pequeno banheiro masculino do espaço ocupado pelo grupo de trabalho sobre a questão racial do Campus da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Bauru (SP).
A instituição abriu um inquérito, na segunda-feira (27), para investigar a autoria dos ataques racistas que aconteceram no Campus de Bauru, na semana passada. A comissão da instituição será acompanhada por dois representantes da Organização dos Advogados do Brasil (OAB) nas apurações.
“De sexta-feira para cá a gente tem usado as redes sociais, as entrevistas para pautar esse debate. Além da averiguação, da punição, queremos tomar uma medida socioeducativa, para que a universidade retome a discussão da questão racial na sala de aula”, detalha o doutor em Comunicação.
Para o professor, a ação é uma resposta às políticas afirmativas adotadas pela instituição. Nos últimos anos, foram criados na universidade coletivos que debatem questões raciais, de mulheres e de homossexuais. Juarez coordena o Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão (Nupe).
A Unesp reserva 25% das vagas para cotistas. “Houve manifestações racistas em outros campus e são provavelmente resultado da nossa política de cotas”, analisa.
As cotas começaram a ser adotadas amplamente depois da aprovação da lei federal 12.711/2012, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. Entre 2012 e 2014, o número de vagas reservadas para afrodescendentes e indígenas nas universidades federais aumentou 250%, de 13.392 para 43.613.
Em entrevista à Agência PT de Notícias, o professor contou que teve poucos alunos negros. “A gente começa a ver uma presença maior agora em função dos alunos cotistas. Numa videoconferência, um professor que dá aula há quase 20 anos na Faculdade de Odontologia em Araraquara agora tem dois alunos negros”. No entanto, o contingente de professores negros é baixo, ao contrário do número de funcionários em condição subalterna.
Militância – Xavier chegou na cidade há cerca de quatro anos, após ser aprovado no concurso para professor titular. Atualmente, integra diversos conselhos locais como o da Comunidade Negra, de Cultura, e da Cidade. Sua participação em todos os grupos tem como foco a questão racial.
“Realmente não me sinto vítima. Sou militante do movimento negro e tenho militado em todas as instâncias”, assegura.
No entanto, as frases ofensivas afetaram integrantes dos grupos. “Em tantos anos de militância, não tem ofensa pessoal que possa me abalar. Fiquei preocupado com o abalo aos meus orientandos, aos alunos que trabalham comigo e aos membros dos coletivos”, afirma.
As pichações dirigidas a mulheres negras ofenderam as quatro trabalhadoras da Universidade que tiveram que limpar as paredes do banheiro. “Todas são mulheres negras. Uma delas, a mais idosa do grupo, ficou totalmente indignada, a ponto de não conseguir trabalhar. O depoimento dela para a TV Unesp foi uma das coisas mais emocionantes que vi na vida”, relembra.
Preparo – Para o professor, as ocorrências racistas são a prova de que as instituições de ensino superior precisam avançar no combate ao racismo institucional. “Houve a política e a mudança é positiva, tem que ter mesmo mais alunos, professores e funcionários negros, mas não houve uma discussão estratégica sobre como lidar com o racismo institucional”, analisa.
“Tanto é que temos registrado pelo Brasil afora o conflito em sala de aula, temos recebido relatos de alunos que são orientados a mudar seu foco de pesquisa quando a questão é racial e já ocorreram mudanças em projetos de extensão”, denuncia.
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Governadores discutem ‘pacto pela governabilidade’ com Dilma.



Reforma do ICMS, manutenção de empregos e maneiras para fortalecer a economia nos estados serão discutidos na reunião no Palácio do Planalto.
A presidenta Dilma Rousseff recebe, nesta quinta-feira (30), em Brasília, os 27 governadores de estado. No encontro, o “pacto pela governabilidade” deverá ser firmado. Temas como a reforma do do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços  (ICMS), maneiras para estimular o fortalecimento da economia nos estados e a manutenção de empregos deverão ser discutidos.
A expectativa da reunião é que os governadores possam apoiar o Executivo na aprovação de matérias que serão debatidas na volta dos trabalhos no Congresso Nacional. O Senado, por exemplo, deve analisar o projeto de lei que trata da repatriação de recursos no exterior que não tenham sido declarados à Receita Federal.
A ideia é que o dinheiro recuperado sirva como fonte de recursos para os fundos de compensação, sendo destinado aos estados que terão perdas com a unificação do imposto. Um consenso sobre a definição de uma alíquota para os recursos repatriados deve discutida na reunião.
Pela proposta, o governo ficaria com 35% dos recursos repatriados. O projeto prevê ainda uma multa de 17,5%, para financiar o Fundo de Desenvolvimento Regional e Infraestrutura e o Fundo de Auxílio à Convergência do ICMS.
A presidenta deve reforçar aos governadores a importância do ajuste fiscal para o País. Ao sensibilizar os chefes dos Executivos estaduais e do Distrito Federal, Dilma Rousseff busca união de todos para avançar e retomar o crescimento econômico.
Nos últimos dias, diversos governadores já têm demonstrado apoio às demandas do Executivo. Em entrevista à Agência Brasil, o governador do Piauí Wellington Dias (PT-PI) prometeu defesa do ajuste para que o Brasil volte a crescer.
“Vamos tratar do ajuste fiscal e dessa parte relacionada às medidas que possam contribuir para o pacto federativo e para o crescimento econômico”, informou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT).
Reuniões – Também nesta quinta-feira (30), os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e de Minas Gerais, Fernando Pimentel, encontraram o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, para falar sobre o funcionamento da unificação do ICMS.
Já o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, encontrou o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, para discutir concessões de estradas gaúchas pelo Plano de Investimentos em Logística (PIL).
Foto e fonte: Agência PT de Notícias
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Governadores de Minas Gerais e do Rio lideram reunião da base aliada.
Estabilidade política, crescimento econômico e pacto federativo foram alguns dos temas debatidos no encontro.
Os governadores de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), lideraram hoje (30/7) reunião em Brasília para debater temas como estabilidade política, crescimento econômico, agenda federativa, pacto federativo e ajuste fiscal. Participaram da reunião 20 governadores da base aliada da presidenta Dilma Rousseff.
A reunião dos governadores ocorreu logo após Pimentel e Pezão participarem de encontro com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Na reunião com o ministro, os dois governadores discutiram a criação de fundos de compensação financeira para os estados que, eventualmente, perderem arrecadação devido à proposta do governo federal de unificação das alíquotas de ICMS.
Hoje, os estados têm autonomia para definir as alíquotas de ICMS, principal fonte de arrecadação estadual. A preocupação de Pimentel e Pezão é evitar que, com a unificação de alíquotas, os estados percam uma parcela importante de suas receitas.
Os governadores de partidos oposicionistas não participaram da reunião da base aliada, realizada em um hotel em Brasília. Do hotel, os 20  governadores seguiram para o Palácio da Alvorada, onde participaram de reunião com a presidenta Dilma.
Foto e fonte: Agência Minas

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Em encontro com governadores, Dilma pede cooperação federativa para o Brasil avançar.



Em encontro com os 27 governadores, presidenta reforça importância de cooperação federativa para retomar a economia do país.
A presidenta Dilma Rousseff declarou, nesta quinta-feira (30), no Palácio da Alvorada, ao participar de reunião com os governadores dos 27 estados, que espera “cooperação federativa” para conseguir avançar em diversas áreas, como saúde, educação e segurança, além de possibilitar a retomada do crescimento econômico. Durante o encontro, a presidenta também defendeu o controle da inflação.
“O primeiro passo desse ciclo é garantir o controle da inflação. A inflação corrói a renda dos trabalhadores e o lucro das empresas. E promover o reequilíbrio fiscal. Essa redução da inflação vai criar as bases para um novo ciclo de expansão sustentável para o crédito”, avaliou a presidenta.
Dilma destacou os desafios que o país enfrenta e relembrou as dificuldades que o governo federal já enfrentou, como a última seca do Norte e Sudeste, o “colapso das commodities”, em 2014, que resultou na queda de preços de minério de ferro, soja, petróleo e proporcionou a desvalorização da moeda nacional.
“Não nego as dificuldades, mas o governo federal tem todas as condições de enfrentar os desafios. (…) Não nos falta energia e determinação para vencer esses problemas. Sei suportar pressão e até injustiça, isso é algo que qualquer governante tem de se capacitar, faz parte da sua atuação”, garantiu Dilma.
Durante o encontro, a presidenta solicitou apoio dos governadores contra propostas em tramitação no Congresso que possam afetar o Brasil, as conhecidas “pautas-bomba”.
“Sabemos que a estabilidade econômica é muito importante. E é uma responsabilidade de todos. A União tem que arcar com esse processo e assumir suas necessidades e condições. E, ao mesmo tempo, consideramos que, como algumas medidas afetam os estados e o país, os governadores precisam participar”, disse.
“Tenho alguns projetos legislativos de grave impacto. Em algumas situações, assumi o grave impacto no dinheiro público vetando. Todas essas medidas terão impacto para os estados, sem sombra de dúvida”, completou.
Para a presidenta há medidas no legislativo “que preservam o dinheiro público”. “Tenho certeza que nós temos várias iniciativas que podemos estabelecer juntos, como por exemplo, a questão da reforma do ICMS”, lembrou.
“O bom caminho é o caminho da cooperação, porque é talvez a melhor tecnologia inventada pelo ser humano: cooperar. Mas também eu acredito que nós chegamos a um patamar no nosso País em que conquistamos muita coisa. Nós conquistamos a democracia. Nós conquistamos um País que olha e percebe que é possível incluir e crescer”, disse.
Dilma enalteceu as medidas para a retomada do crescimento econômico do Brasil, como a criação do Plano de Exportações e o Programa de Investimentos e Logística (PIL). “Estamos vivendo um período de transição para o novo ciclo de expansão, que vai ser puxado pelo investimento e aumento de produtividade”, afirmou.
Para impulsionar a economia brasileira, a presidenta reforçou a importância das concessões e lembrou que alguns governadores já apresentaram seus projetos.
Cooperação Federativa de Segurança – De acordo com a presidenta, há programas sendo elaborados na área de segurança, como o “Pacto Nacional Contra a Redução de Homicídios”. Ela ainda ressaltou que o governo deve tomar medidas que possam resolver o problema carcerário no país, com o trabalho conjunto dos estados.
Foto e fonte: Agência PT de Notícias

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Nota de repúdio.



Causou estranheza ao Partido dos Trabalhadores (PT) a manifestação do jornalista Rafael Gomes, editor do Portal do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, em relação ao atentado a bomba ocorrido hoje na sede do Instituto Lula, em São Paulo.
Em uma rede social, o jornalista, cuja missão é apurar fatos com isenção e imparcialidade, insinua que o ataque poderia ter sido feito pelo próprio PT, possivelmente para criar uma situação política favorável ao partido.
Ora, neste contexto, a insinuação do jornalista Rafael Gomes soa como uma provocação insensata e um atentado à sua profissão, a qual ele deveria honrar com a busca incessante da verdade.
Soa também como um profundo desrespeito à história do PT, que sempre respeitou as normas democráticas e, pelo voto popular, ocupa a Presidência da República há 12 anos. Não há, na história do PT, qualquer fato ou acontecimento que desrespeite a democracia ou a vontade popular. Se o jornalista entendesse de história, saberia disto. Saberia também que atentados a bomba já fizeram parte de ações da extrema direita brasileira num passado não muito distante.
Por tudo isso, o PT repudia e lamenta que insinuações covardes e sem qualquer compromisso com a verdade tenham partido de um jornalista que, desta forma, demonstra total descaso com sua profissão e com a história.
Confira abaixo a fala do jornalista da publicação:
hoje em dia
Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais

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