quinta-feira, 21 de março de 2013

Aécio e Eduardo Campos desdenham povo brasileiro que aprovam governo Dilma.


O senador Aécio Neves (PSDB- MG)  desdenhou os dados da pesquisa CNI/Ibope. "Isso tem muito a ver com o sentimento momentâneo,  e com o vigor da propaganda do governo", disse. Para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), a aprovação não serve como previsão eleitoral. "Se vai haver espaço ou não no debate eleitoral de 2014 só vamos saber quando 2014 chegar".
A inveja dos dois candidatos á presidente se deve aos números da pesquisa.

Pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada ontem revelou um cenário muito positivo para o governo da presidente Dilma Rousseff.

A avaliação ótimo ou bom do governo subiu de 62% em dezembro para 63% em março. A aprovação pessoal da presidente cresceu de 78% para 79%. E a confiança na presidente, subiu de 73% para 75%. 

A pesquisa também aponta bons números nas áreas econômica e social. Dentre os entrevistados, a desaprovação à taxa de juros caiu de 51% para 50%. 

A desaprovação aos impostos caiu de 65% para 60%, ao passo que a aprovação subiu de 30% para 36%. 

Também melhoraram os dados de combate à inflação. A aprovação foi de 45% para 48%. 

No campo social, educação e saúde melhoraram, embora ainda se apresentem como áreas sensíveis do governo. A aprovação da saúde subiu de 25% para 32% e a desaprovação caiu de 74% para 76%. 

Na educação, a aprovação foi de 43% para 47% e a desaprovação de 56% para 50%.

Dilma obteve seus melhores indicadores desde o início do seu mandato. À aprovação da maneira de governar e confiança da presidente, soma-se a avaliação do governo. Começou com 56% de ótimo e bom em março de 2011, caiu para 48% em julho do mesmo ano e desde então seguiu em uma crescente até os atuais 63%. 

O gerente-executivo de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, lembra que há  uma "clara tendência de crescimento da avaliação da presidente a cada pesquisa". Ele elenca três fatores para isso. "Baixa taxa de desemprego, apesar da crise; políticas sociais e o carisma pessoal da presidente, os entrevistados colocam uma posição pessoal muito forte dela".

 Segundo ele, "a população brasileira obteve ganhos fortes de renda real e a própria inflação ainda não dilapidou essa conquista". Disse também que o governo tem conseguido produzir boas notícias, como a redução de impostos na cesta básica e de tarifas da energia elétrica.


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