sexta-feira, 29 de março de 2013

Virgínia decreta estado de emergência após queda de 16 pontes.

Virgínia decreta estado de emergência após queda de 16 pontes (Foto: Reprodução EPTV)
Virgínia decreta estado de emergência após queda de 16 pontes (Foto: Reprodução EPTV)
 
Estradas rurais do município ficaram intransitáveis após as chuvas.Marmelópolis também teve queda de nove pontes e situação é grave.
Com as estradas rurais intransitáveis, as cidades de Virgínia (MG) e Marmelópolis (MG) decretaram estado de emergência para conseguir recursos. A situação se agravou após as chuvas do último fim de semana e nem mesmo a equipe médica que atende aos moradores do bairro rural de Torres em Virgínia conseguiu acesso. “Infelizmente eles terão que ficar sem atendimento hoje”, disse o médico Joaquim Cottini.
 
















Com as estradas rurais intransitáveis, as cidades de Virgínia (MG) e Marmelópolis (MG) decretaram estado de emergência para conseguir recursos. A situação se agravou após as chuvas do último fim de semana e nem mesmo a equipe médica que atende aos moradores do bairro rural de Torres em Virgínia conseguiu acesso. “Infelizmente eles terão que ficar sem atendimento hoje”, disse o médico Joaquim Cottini.
Segundo o prefeito Edson Aparecido Ramos, pelo menos 16 pontes caíram no município. “As pontes caíram e a situação é preocupante, por isso decretamos estado de emergência”, comentou.
Em toda região, muitas estradas foram atingidas e em alguns pontos o solo cedeu, formando muitos buracos. Um barranco também cedeu e a pista ficou completamente interditada. Muitas pessoas tiveram que adiar a viagem.
“Infelizmente não conseguimos passar e sempre que chove é assim”, disse o lavrador José Cláudio do Amaral.
Já em Marmelópolis, a situação que mais preocupa está dentro da cidade. O ribeirão que corta o município transbordou e chegou a subir cerca de cinco metros. Com a força da enchente, parte da calçada foi danificada e o campo de futebol ficou alagado.
“Foi uma chuva muito forte, algo que eu não via nos últimos 30 anos”, destacou o açougueiro Benedito Ribeiro Sobrinho.
E ele tem razão, em pouco mais de uma hora choveu quase um terço do que estava previsto para o mês e o maior prejuízo foi com as pontes. No total, nove pontes foram destruídas e os moradores que precisam cruzar de um bairro para o outro tem que ir pela água. “É perigoso, mas não tem outra maneira”, disse o pedreiro Silvano Ribeiro.

G1
EPTV

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