Acho que repórter de O Globo não sabia ou fez que não sabia, para arranjar menos problema com a matéria.
Mas a reportagem que mostra que a Light, no Rio, transgride em 100% o limite de falta de luz não deve ser lida sem saber que a Light, na verdade, é a Cemig, a Companhia Energética de Minas Gerais, porque Aécio Neves, como governador, comprou o seu controle e colocou a empresa sob a direção de um executivo da Alstom (José Luiz Alquéres) e outro da Globo (Ronnie Vaz Moreira).
Os valores que você vê aí no gráfico são os médios, porque nas áreas mais pobres eles são maiores, muito maiores.
Desde 2006, quando a Rio Minas Energia – empresa da Cemig – e depois a própria Cemig, diretamente, assumiram o controle da Light, o que já era ruim piorou.
De oito horas sem luz por mês, os cariocas e parte dos fluminenses passaram a ter 18 horas por mês.
O apagão federal, quando um acidente fez faltar luz por uma ou duas horas é um escândalo.
O bom, mesmo é o apagão da Cemig aqui na Light, que dura 18 horas todo mês, e nesse “friozinho” aqui do Rio…
Esse foi o resultado do “choque de gestão” da turma aecista na Light.
Ou melhor, não foi um choque.
Porque faltou luz.
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TERRAS ALTAS DA MANTIQUEIRA = ALAGOA - AIURUOCA - DELFIM MOREIRA - ITAMONTE - ITANHANDU - MARMELÓPOLIS - PASSA QUATRO - POUSO ALTO - SÃO SEBASTIÃO DO RIO VERDE - VIRGÍNIA.
quinta-feira, 13 de março de 2014
E o “apagão” do Aécio? Só no Rio, com a Light que é da Cemig aecista.
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