Apostando na interação, equipe de marketing digital cria site com mecanismo para que internautas dialoguem com o candidato ao governo do Estado. Página na internet traz mini documentários com a trajetória do ex-ministro e o dia a dia da campanha
Funcionalidade, conteúdo, interatividade e design. Esse quarteto será o responsável, a partir de hoje, pela apresentação do candidato Fernando Pimentel (PT) na internet. O objetivo da página é conversar com todos os eleitores, desde o militante - que já conhece a trajetória do ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro do Desenvolvimento - até aquele que procura mais dados sobre o candidato a governador de Minas para decidir seu voto. “Queremos que o site seja a referência de nosso dia a dia de campanha. A página nasceu para manter nossa militância informada e com argumentos, a imprensa sempre atualizada e, principalmente, para que cada mineiro possa participar enviando suas ideias e colaborando ativamente com nossas ações durante toda a campanha”, afirma Pimentel. Estão lá, por exemplo, todas as viagens realizadas por ele nas Caravanas da Participação que percorreu as muitas regiões de Minas Gerais. A interatividade também dá o tom no link Uma história pra contar, onde o internauta poderá enviar uma sugestão, uma ideia ou apenas contar sua história. E a imprensa, que faz a cobertura do dia a dia dos candidatos, terá como baixar textos, áudios e imagens de Pimentel. Uma biografia afetiva da trajetória de vida do candidato traz depoimentos inéditos do político, que fala com franqueza sobre os dias vividos durante a ditadura militar, sobre a sua prisão, a tortura sofrida no cárcere e os mais de dois anos vividos atrás das grades. O site apresenta imagens selecionadas de Pimentel em vários momentos da campanha. A partir de hoje, e pelas próximas duas semanas, o visitante da página www.fernandopimentel.com.br poderá acompanhar uma série de 12 mini documentários que compõem um painel revelador do comportamento ético do candidato e as intenções de um dos líderes políticos mais importantes de Minas. “Participação, para mim, não é apenas uma palavra de efeito. Nosso programa de governo foi construído com uma efetiva participação dos cidadãos de Minas. E esse site só vem reafirmar que queremos cada vez mais ouvir e saber o que é melhor para cada mineiro”, enfatizou Pimentel. *** *** *** Audiência Pública discute trabalho escravo na região de Varginha. Deputados estaduais e associações de trabalhadores rurais debateram situações degradantes de trabalho, o uso de agrotóxico de forma indiscriminada e o aliciamento de pessoas. Varginha (15 de julho) - A Comissão do Trabalho, da Previdência e da Ação Social da Assembleia Legislativa de Minas Gerais realizou hoje, em Varginha, uma audiência pública sobre o trabalho escravo e a precariedade das relações trabalhistas na região. A audiência pública atendeu requerimento dos deputados Pompílio Canavez e Rogério Correia, ambos do PT. Participaram do encontro representantes do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), da Procuradoria Regional do Trabalho, da Articulação dos Empregados Rurais de Minas Gerais (Adere), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Associação dos Sindicatos dos Produtores Rurais do Sul de Minas (Assul). No auditório da Universidade Federal de Alfenas (Unifal), trabalhadores rurais relataram os problemas enfrentados na região, como o uso inadequado de agrotóxicos, principalmente nas lavouras de café, tomate e morango. O índio pataxó, Aparecido de Souza Carvalho, que mora em Campo do Meio, citou uma fazenda em Boa Esperança que “despeja veneno na sociedade”. “O vento leva o agrotóxico a quilômetros de distância provocando danos à saúde de seres humanos e animais e também causando estragos enormes ao meio ambiente”. A informalidade é outro problema vivido pelos trabalhadores da região. O gerente regional do Ministério do Trabalho e Emprego em Varginha, Mário Ângelo Vitório, explicou que de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2012, a área rural foi responsável por 60% da informalidade nas relações trabalhistas. Jorge Ferreira dos Santos Filho, coordenador da Adere, ressaltou que entre as muitas irregularidades está o aliciamento de pessoas, principalmente do Norte de Minas e do Vale do Jequitinhonha. “Eles chegam ao Sul de Minas com a promessa de alimentação farta e boas acomodações, mas são tratados como lixo”, contou. O deputado estadual Pompílio Canavez (PT) disse que situações como essas não podem mais serem aceitas no Brasil e, segundo ele, diversas regiões mineiras são prejudicadas por isso. “É hora de acabarmos definitivamente com essa mancha. O candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel , que lidera as pesquisas de intenções de voto, está nessa luta dos trabalhadores rurais em busca da dignidade que está sendo suprimida pelo estado afora,” afirmou. *** *** *** Pimentel propõe revisão do ICMS para atrair empresas. Fuga de indústrias de diferentes setores causa prejuízos econômicos e sociais para Minas Gerais. Principal problema é a alta tributação, que provoca a perda de investimentos e de milhares de empregos no interior do Estado Belo Horizonte (15 de julho) - Candidato ao governo do Estado pela coligação Minas para Você, Fernando Pimentel (PT) propôs a revisão da legislação tributária do estado para atrair investimentos para Minas e evitar que empresas migrem para estados vizinhos. “Nós temos uma legislação de ICMS atrasada, anacrônica, obsoleta. As legislações de ICMS dos estados vizinhos são muito mais atraentes, então temos que rever essa política. Em vez de reter, (o governo) está expulsando, expelindo. As alíquotas são altas e as condições de tributação em Minas não são adequadas”, declarou o petista durante entrevista a uma rádio de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Pimentel esclarece que a proposta é não entrar na guerra fiscal, mas atrair as empresas através de uma legislação adequada. ”Se os outros estados estão fazendo é porque é possível fazer”. O candidato contou que várias regiões estão perdendo empresas, causando prejuízos financeiros e sociais com o fim dos empregos diretos. “Vimos fábricas do setor metal-mecânico e têxtil fechando. A guerra fiscal está tirando empresas daqui. Lembro da Paraibuna, tradicional fabricante de embalagens da Zona da Mata, que abriu uma fábrica não em Minas, mas em Sapucaia, no Rio. Lá ela gerou quase 700 empregos. E o governo do Estado inerte, assistindo passivamente a perda dessas indústrias pra outros estados”, afirmou. Fuga de Minas. Em apenas cinco anos Minas Gerais viu 200 empresas migrarem para outros estados em busca de melhores tributos. Além de perder investimentos e experimentar uma queda na receita, milhares de empregos desaparecem junto com as empresas, deixando os municípios com prejuízos econômicos e sociais. Para citar apenas um caso, Minas perdeu para São Paulo a instalação de uma multinacional taiwanesa que pretendia investir R$ 1 bilhão e criar pelo menos 10 mil empregos diretos. Na Zona da Mata, só com a saída de uma empresa do setor moveleiro, 2.500 empregos diretos foram perdidos. No Triângulo Mineiro, uma indústria de carnes também fechou as portas e foi para Goiás. No Sul de Minas a situação também é ruim. Uma empresa do setor têxtil migrou para Pernambuco e duas outras estão diminuindo a produção por falta de incentivo fiscal por parte do governo de Minas. “Uma empresa de poliéster teve o desconto no ICMS negado para compra de ar condicionado porque o governo de Minas classificou a aquisição como um ‘luxo’. O ar condicionado, na verdade, faz parte do processo de produção. Com isso ela reduziu a produção e demitiu parte dos funcionários”, contou o deputado estadual Pompílio Canavez (PT). Além do ICMS, o preço da energia também contribui para a saída das empresas. “Na realidade, pagamos o maior imposto de energia elétrica do Brasil 46%, ICMS, o maior imposto do leite e do álcool. Minas esta virando um cemitério de indústrias. Não perdemos só empresas e receitas. É uma política de arrocho fiscal violento”, afirmou o deputado Durval Ângelo (PT). *** *** *** Candidatos proporcionais destacam importância de eleger Pimentel. Reunidos na capital, postulantes ao legislativo estadual e federal ressaltam a capacidade do candidato à governador de dialogar com a sociedade civil e promover o desenvolvimento econômico e social de Minas Gerais Belo Horizonte (15 de julho) - Cerca de 300 candidatos das alianças “Minas Pra Você” e “Minas para Todos” se reuniram ontem com o candidato ao governo de Minas Fernando Pimentel (PT) para falar sobre as demandas de suas regiões e contribuir com o programa de governo petista. Na ocasião, representantes do PT, PMDB, PCdoB, PRB e PROS destacaram a importância de Minas eleger Pimentel, candidato que representa um projeto democrático. “Precisamos avançar no projeto democrático popular em Minas Gerais. Precisamos de um governo que esteja disposto ao diálogo com a sociedade civil, coisa que sabemos ser característico de Fernando Pimentel”, afirmou o candidato a deputado estadual pelo PT, Anderson Cabido. Ele destacou a importância de um programa regionalizado que possa incrementar as potencialidades de cada região de Minas. Para Júlio César (PCdoB), candidato a uma cadeira na Assembleia Legislativa, a chapa proporcional está motivada a ir às ruas. “Pimentel é um candidato respeitado e isso o credencia a estar no posto para o qual está concorrendo. Isso motiva as candidaturas proporcionais, pois você sai com uma perspectiva de que o candidato majoritário realmente tem chances de ganhar”. A presença de Antonio Andrade (PMDB) como vice na chapa majoritária também está sendo comemorada pelos candidatos proporcionais como uma chance de levar desenvolvimento ao Alto Paranaíba. “O Alto Paranaíba, Triângulo Mineiro e Noroeste de Minas precisam de uma representatividade ativa, assim como Antônio Andrade foi pra nossa região”, afirmou Greyce Elias (PRB). Candidato pelo PMDB, o radialista Laudívio Carvalho falou sobre a situação da segurança em Minas. "Queremos devolver a tranquilidade ao cidadão mineiro. A segurança pública é um clamor de toda a sociedade. Cerca de 10% dos homicídios tem autoria em Minas Gerais, só para citar um dado relevante”, afirmou. http://www.ptmg.org.br/ |
TERRAS ALTAS DA MANTIQUEIRA = ALAGOA - AIURUOCA - DELFIM MOREIRA - ITAMONTE - ITANHANDU - MARMELÓPOLIS - PASSA QUATRO - POUSO ALTO - SÃO SEBASTIÃO DO RIO VERDE - VIRGÍNIA.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Pimentel lança site que reforça participação de eleitores.
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