quinta-feira, 31 de julho de 2014

Vereadores e lideranças de Cláudio declaram apoio a Pimentel.

Vereadores e lideranças de Cláudio declaram apoio a Pimentel

Representantes de vários partidos estiveram reunidos hoje em BH com o candidato da coligação Minas Pra Você e abraçaram a candidatura.

Belo Horizonte (28 de julho) – Vereadores e lideranças políticas de Cláudio, município situado na região Oeste de Minas, confirmaram apoio à candidatura de Fernando Pimentel (PT), da coligação Minas pra Você, nesta segunda-feira. O grupo, formado por representantes dos partidos PSL, PTB, PR, PSDC, PSP, PMDB e PRTB, ofereceu apoio a Pimentel e se comprometeu a participar ativamente da campanha. As lideranças também apresentaram demandas ao candidato ligadas principalmente às áreas de saúde, segurança, carga tributária e turismo.

Na reunião, Pimentel falou sobre sua proposta de fazer um governo regionalizado e com a participação da população. Segundo o candidato, Cláudio sofreu com a falta de investimento do governo atual e precisa retomar o caminho do desenvolvimento. “A cidade está abandonada pelo governo estadual. Não foi feito nada lá de importante. A saúde está num estado lamentável e a segurança é precária. Eles (as lideranças) expuseram suas reivindicações e se dispuseram a participar da nossa campanha. Fico muito feliz”, disse o candidato petista logo após a reunião.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Cláudio, Neli Rodrigues de Moura (PSDC), dentre os 11 vereadores da cidade, sete estão apoiando a candidatura de Fernando Pimentel. Ele acredita que a união em torno da candidatura petista está ligada ao sucesso dos programas sociais do governo federal, que melhoraram a vida de grande parte da população. “Estamos vendo os vários programas sociais dos governos do PT e como a população só teve a ganhar com eles. A gente pode ver que a situação do brasileiro realmente mudou, tem poder aquisitivo maior hoje. São programas que estão melhorando a qualidade de vida”, disse.

Os vereadores afirmaram que a cidade tem enfrentado problemas graves e que não recebeu atenção política do governo atual. Eles citaram a falta de uma delegacia aberta todos os dias da semana (a que existe funciona de segunda a sexta-feira), o pouco investimento no turismo e a ausência de Samu no município.

As lideranças também reclamaram da alta carga tributária do estado, que dificulta a instalação de novas empresas na região “Faltou apoio político, apoio de um governador. Faltou apoio na segurança, na saúde. O município não está progredindo, está regredindo”, afirmou o presidente da Câmara.

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Pimentel quer ampliar o diálogo com o setor cultural e descentralizar as ações do governo.

Pimentel quer ampliar o diálogo com o setor cultural e descentralizar as ações do governo


Belo Horizonte (28 de julho) - O candidato a governador pela coligação Minas Pra Você, Fernando Pimentel (PT), disse que as propostas e reivindicações apresentadas na “Carta de Minas”, documento elaborado por representantes do Conselho Estadual de Política Cultural de Minas Gerais (Consec), são “legítimas” e têm vários pontos em comum com seu programa de governo, principalmente no que se refere à regionalização e à gestão compartilhada das políticas com a sociedade civil. “O que venho propondo aos mineiros é exatamente um governo aberto, em parceria com a sociedade, descentralizado e respeitando as vocações de cada região. Com a cultura não será diferente”, garantiu.

Na carta, os conselheiros e representantes das câmaras regionais consultivas do Consec descreveram as condições que consideram mínimas para o desenvolvimento da área em Minas, partindo da premissa de que a cultura é fator primordial para o desenvolvimento humano e econômico das cidades.

O documento apontou a necessidade de ampliação das políticas públicas voltadas para a regionalização e descentralização do setor. Segundo o membro da Câmara Regional de Belo Horizonte e da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Guilardo Veloso de Andrade Filho, apesar de a regionalização da cultura ter sido prometida pela atual gestão estadual, ela não aconteceu de fato. De acordo com Guilardo, o governo criou cinco regionais de cultura - mas não equipou estes órgãos com funcionários e nem alocou recursos específicos, o que dificultou muito o trabalho junto às comunidades. “Os diretores não têm estrutura para trabalhar e nem verba. Então, não há articulação com as comunidades do interior e nem com as culturas regionais”, afirmou.

Sobre a questão, Pimentel foi enfático. “Desde o início da campanha estamos propondo um governo regionalizado, com a criação dos Território de Desenvolvimento, porque cada lugar de Minas tem sua vocação e suas formas de trabalhar. A cultura não está só em Belo Horizonte, está em cada região do estado, e é isso que tem de ser valorizado. Além do mais, cultura é um instrumento de inclusão social”, frisou.

O candidato declarou também que pretende fortalecer o Consec, outra demanda dos conselheiros. Para ele, os conselhos são importantes instrumentos de participação da sociedade civil nas políticas públicas e suas deliberações têm que ser ouvidas pelos governos. “Não vamos apresentar soluções prontas para tudo. Vamos respeitar a sociedade”, ressaltou.

Dentre as reivindicações do setor está também a revisão da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LEIC) e do Fundo Estadual de Cultura. A LEIC vem sendo alvo de uma série de reclamações dos artistas nos últimos dias, que criticam principalmente a falta de transparência e de critérios para sua aplicação. Já o Fundo Estadual é considerado insuficiente para fomentar os projetos do interior do estado. Pimentel garantiu que as duas questões serão debatidas com os representantes do setor cultural. “Juntos, encontraremos as soluções adequadas”, garantiu.

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Pimentel critica ambiente econômico desfavorável a empresas em Minas.


Para candidato da coligação Minas Pra Você, 12 anos de governo do PSDB derrubaram a competitividade do estado

Belo Horizonte (29 de julho) – Na avaliação do candidato da Coligação Minas Pra Você ao governo do estado, Fernando Pimentel (PT), o ranking da competitividade divulgado pelo Centro de Liderança Pública em parceria com a revista The Economist “comprova a ausência de um projeto de desenvolvimento econômico para Minas Gerais durante o governo do PSDB”. Pimentel comentou a pesquisa nesta terça-feira, durante a inauguração do Comitê Central de Campanha, em Belo Horizonte.

Minas caiu da terceira para sexta posição no ranking da competitividade dos estados brasileiros, motivado por vários fatores, como alta carga tributária e aumento da criminalidade. O ranking do Centro de Liderança Pública, uma entidade apartidária, oferece uma visualização comparativa dos ambientes operacionais de negócios nos 26 estados do Brasil e Distrito Federal.

De acordo com o instituto, Minas Gerais foi superada por todos os estados do Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina). São Paulo e Rio de Janeiro ocupam os primeiros lugares. A pesquisa avaliou oito eixos: ambiente político, econômico, política de impostos, investimento estrangeiro, recursos humanos, infraestrutura, inovação e sustentabilidade.

O recuo de Estado se deu, principalmente, em relação ao ambiente econômico. Neste quesito, Minas ficou atrás de 11 estados, apenas um ponto acima da media de todo país, 43 pontos. Para Fernando Pimentel, Minas está perdendo espaço para outros estados, que estão atraindo mais empresas e se desenvolvendo melhor economicamente.

“Os 12 longos anos de governo tucano em Minas não foram capazes de trazer para o estado o crescimento econômico e a pujança que o Brasil inteiro experimentou nos dois mandatos do presidente Lula e no mandato da presidenta Dilma. Nós estamos andando para trás”, diz Pimentel.

Segundo o ex-prefeito de Belo Horizonte, a segurança pública deficitária, a elevada tributação, principalmente do ICMS, e a falta de educação técnica compõem o cenário desfavorável para as empresas, que migram para outros estados em busca de competitividade. Em cinco anos, Minas Gerais perdeu cerca de 200 empresas para estados vizinhos, causando prejuízos econômicos e sociais para o estado.

A alíquota geral de ICMS para operações dentro do estado é de 18%. Essa alíquota, no entanto, pode variar de 7%, no caso de energia elétrica para produtores rurais, irrigação, produtos de informática, automação, material escolar e alguns materiais para construção, a 30%, no caso da energia elétrica para consumo residencial (acima de 90 KWh/mês). Trata-se, neste último caso, da maior alíquota de ICMS sobre energia residencial cobrada no país.

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Pimentel defende “choque de carinho” para Minas e inaugura comitê.


Candidato da coligação Minas Pra Você disse que o estado precisa de um governo que se preocupe de fato em melhorar a vida dos mineiros

Belo Horizonte (29 de julho) – “Minas precisa de um choque de carinho”. Assim o candidato a governador da coligação Minas Pra Você, Fernando Pimentel (PT), encerrou o breve discurso que fez nesta terça-feira (29), durante a inauguração do comitê central de campanha, em Belo Horizonte.

O “choque de carinho”, segundo o candidato, seria uma contraposição aos 12 anos de governo do PSDB no estado que, segundo ele, se preocupou mais com o marketing e menos com o desenvolvimento econômico e social do estado.

“Vamos governar colocando em prática o desenvolvimento econômico que leve em conta a Minas Gerais real, que conheci percorrendo todo o estado, e não a Minas Gerais das propagandas e do marketing. Vamos fazer um governo carinhoso, participativo, que se preocupa com as pessoas”, frisou.

Pimentel discursou na presença do candidato a vice-governador, Antônio Andrade (PMDB), e de lideranças dos partidos que compõem a coligação, como Dalva Estela, presidente do PCdoB da capital, o deputado estadual pastor Carlos Henrique, do PRB, e o vice-presidente nacional do PROS, Gustavo Pires. Também estiveram presentes prefeitos de várias regiões e deputados estaduais e federais.

Em seu discurso, o candidato deu mostras do tom que deve mostrar na campanha, ao lembrar que os 12 anos de governo do PSDB em Minas não trouxeram grandes investimentos para o estado, ao passo que os 12 anos de governo petista no plano federal tiraram 50 milhões de pessoas da pobreza.

“Nem mesmo nossos mais ferrenhos adversários podem dizer que o Brasil não mudou nesses 12 anos”, afirmou. Pimentel fez questão de ressaltar que a coligação trabalhará afinada para garantir sua vitória em Minas e a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT).

“Todos os programas do governo federal estão atuando nos municípios, melhorando a vida de todo mundo. São provas vivas da melhora do Brasil. Mas, nos 12 anos de governo tucano em Minas Gerais, qual foi a entrega que fizeram, qual o resultado?”, questionou.

De acordo com o candidato, a Cidade Administrativa, maior obra do governo tucano, não trouxe nenhuma melhoria real à vida das pessoas. “Não resolveu nem a seca no Norte de Minas, nem o abandono do Sul de Minas, nem a questão da segurança pública ou da Saúde”, comparou.

O candidato da coligação Minas Pra Você disse ainda que pretende fazer um governo participativo e com propostas de desenvolvimento regionalizado (os Territórios de Desenvolvimento), capazes de atender às diferentes demandas da população de Minas Gerais. “Vamos retomar Minas Gerais para os mineiros, com um governo participativo, regionalizado e carinhoso com o povo”, afirmou.

O candidato a vice-governador, Antônio Andrade, lembrou que Minas Gerais é o estado com maior dívida pública do país, com maior carga tributária e que não tem um projeto de desenvolvimento. “Mas vamos mudar essa história a partir do ano que vem. Vamos governar para os mineiros”, garantiu.

Andrade, ex-ministro da Agricultura, lembrou ainda que a presidente Dilma Rousseff atendeu a todos os pleitos da agricultura mineira no período em que ele esteve à frente do ministério. “Vamos agora caminhar juntos para melhorar Minas e o Brasil”, garantiu.

Dezenas de militantes e lideranças políticas estiveram na inauguração do comitê, que abrigará também o comitê de campanha da presidente Dilma. “Daqui, partirão as diretrizes que mudarão Minas e melhorarão ainda mais o país”, disse Amigos do Fernando Pimentel.



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Começa o prazo para entrega das primeiras prestações de contas parciais para a Eleição 2014.



Começa o prazo para entrega das primeiras prestações de contas parciais para a Eleição 2014

Na última segunda-feira, 28.7.2014, começou o prazo para a entrega das primeiras prestações de contas parciais. O prazo se encerra no sábado, 2.8.2014, às 23h59min.

A prestação de contas oficial, não retificadora, será enviada pelo 
Sistema de Prestação de Contas Eleitorais (SPCE) (clique aqui parafazer download do programa), e o extrato gerado pelo sistema é o recibo de entrega.

No caso de retificação de uma prestação de contas já entregue, o envio pelo SPCE não representa a conclusão da entrega. O prestador de contas deverá apresentar à Justiça Eleitoral a justificativa para a retificação, juntamente com o extrato gerado no SPCE, conforme art. 50, § 1º, da 
Resolução-TSE nº 23.406/2014.

Nesse momento, será validada a documentação e confirmada a recepção da prestação de contas parcial retificadora, com emissão do recibo de entrega. O prazo de retificação da 1ª parcial será até o dia 27.8.2014, conforme § 2º do art. 50 da Res. nº 23.406/2014.

Fonte: 
TSE

http://www.ptmg.org.br/




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