Em reunião realizada na última segunda (25), o diretório estadual do PTMG apresenta a seguinte Resolução Política:
RESOLUÇÃO – NÃO AO GOLPE, JÁ TEM LUTA!
Reunido em Belo Horizonte, em 25 de abril de 2016, o Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais, aprovou a seguinte resolução contra o golpe:
Belo Horizonte, 25 de abril de 2016.
Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais.
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Diretório Estadual do PT promove Encontros Regionais de Orientação Financeira e Eleitoral.
O PTMG inicia no dia 30 de abril uma série de Encontros Regionais de Orientação Financeira e Eleitoral. O objetivo é orientar pré-candidatos, coordenadores, contadores e advogados de campanhas sobre as mudanças na lei eleitoral, forma correta de fazer a prestação de contas, além de esclarecimentos sobre prazos e procedimentos.
Os cursos serão ministrados pela advogada Edilene Lôbo, doutora em direito processual civil pela PUC Minas. Os pré-candidatos e demais envolvidos devem ficar atentos a inúmeras mudanças nas regras este ano. Fica proibido, por exemplo, doação de pessoas jurídicas a partidos e/ou candidatos.
“Há importantes novidades na administração partidária, correspondentes à recente reforma partidária. É essencial buscar conhecê-las e nos preparamos para o cumprimento das normas, privilegiando a transparência e a democracia interna, para que o debate político não seja solapado do povo e reduzido a filigranas da elite judicial”, destaca a presidente do PTMG Cida de Jesus.
Além dos cursos, o Diretório Estadual do PTMG também preparou uma cartilha sobre a Reforma Política e Administração Partidária, escrita pela doutora Edilene Lôbo.
Agenda.
A primeira turma a receber o curso será na cidade de Itaobim, no Médio e Baixo Jequitinhonha, no dia 30 de abril, às 9h, na Câmara Municipal.
Ao todo, 10 municípios receberão o Encontro. A agenda completa será disponibilizada em nosso site, assim como o link para a pré-incrição. Fique atento!
Assessoria de Comunicação PTMG
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Mídia golpista: desinformar, deformar, enganar e manipular.
No último domingo a Folha de S. Paulo publicou uma reportagem em que tenta induzir a ideia de que, devido ao processo de impedimento contra a Presidenta Dilma, estaria ocorrendo uma debandada de prefeitos do PT. Mais uma vez a Folha cumpre seu papel golpista de desinformar, deformar, enganar e manipular, assim como também fazem suas parceiras da grande imprensa brasileira.
Esse movimento era previsto por todos nós. Até porque boa parte desses que saíram nunca demonstraram nenhum tipo de compromisso programático ou cumpriram com suas obrigações políticas e partidárias, como a contribuição financeira, por exemplo. Por isso, muito provavelmente não teriam legenda pelo PT para disputar esse ano. Daí a migração.
As justificativas desses mandatários podem ser muitas, mas de fato, são, em sua maioria, pessoas que se aproximaram do PT aproveitando da onda de popularidade do partido, após a eleição do presidente Lula em 2002, e que, agora, devido ao quadro político, abandonam o partido, como os ratos do navio.
A reportagem ainda faz crer que todos aqueles que saíram foram na janela eleitoral de abril, sendo que, na verdade, dos 13 prefeitos de Minas Gerais – e não 15 como consta na reportagem – que se desfiliaram do PT, 5 foram bem antes da janela. Como o de Catas Altas que saiu do PT logo após sua eleição, ainda em 2013. Portanto, não há debandada, mas uma adequação dos interesses eleitorais desses mandatários em detrimento dos interesses programáticos do partido.
Outra coisa que a reportagem não diz é que, com a janela, houve também a migração de mandatários de outros partidos para o PT. Só na janela eleitoral o PT de Minas registrou a filiação de 6 novos prefeitos. Se agregarmos os casos em que os vices do PT assumiram, governamos hoje 110 municípios no Estado. Tendo em vista que elegemos 113 em 2012, o número total de prefeituras do PT no Estado ficou praticamente inalterado.
Se o intuito da Folha era desestimular nossas candidaturas pelo Brasil e, com isso, forçar uma redução drástica do número de municípios governados pelo PT, falham mais uma vez. A tentativa de golpe em curso no país, ao contrário do que tentaram fazer entender, tem servido de motivação para nossos quadros em todo o país.
Conscientes do momento histórico que vivemos, teremos um grande número de candidatos para defender nosso legado e a democracia. Além de denunciar o programa de retrocessos sociais e ataques aos direitos trabalhistas, representada pela elite conservadora que comanda o golpe no país, sob coordenação da grande mídia.
Portanto, as eleições municipais serão mais um momento de resistência e de luta contra o golpe e pela democracia. Já estamos em Luta!
Carlos Eduardo de Oliveira é Secretário Estadual de Assuntos Institucionais – PTMG
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Impeachment é articulação de elite política inconformada com o resultado das eleições, diz especialista.
Mal foi aprovada a admissibilidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados, os jornais já estampavam manchetes que revelam a real intenção do golpe: “Vice da Câmara limita investigação de Cunha e abre caminho para ‘pizza’”, disse a Folha de São Paulo. “Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio”, informou o Estadão. “Deputado do PMDB revela suposta promessa de Temer: parar a Lava Jato”, trouxe o portal Brasil 247.
O que se vê são articulações expressas para blindar ainda mais nomes de líderes do movimento golpista, claramente envolvidos nos crimes investigados pela Operação Lava Jato.
Para a cientista política, professora da UFMG, Mara Telles, todo esse enredo mostra nitidamente que o impeachment não é para acabar com a corrupção, como grande parte da população acredita, graças à narrativa construída, especialmente pela mídia tradicional.
“A maioria das pessoas acham que a presidente estava sofrendo o processo por envolvimento nos crimes apurados pela Operação Lava Jato, o que não é verdade. Após a votação na Câmara já se começou articular a manutenção de Cunha, Aécio já fala na presença de aliados num possível governo Temer. Isso demonstra claramente que o impeachment não é pela corrupção, é porque parte das elites politicas brasileiras não aceitaram o resultado das eleições. Isso é inaceitável para uma democracia jovem como a nossa”, ressalta.
Telles lembra que a presidenta Dilma Rousseff, ao contrário de grande parte dos parlamentares que a julgam, não responde a nenhum processo por corrupção. Recorda ainda que a tentativa de tirar o seu mandato vem desde 2014, logo que a petista foi eleita. “Eles já questionaram a própria razoabilidade das urnas, depois pediram a cassação de Dilma. Não existe uma adesão às regras democráticas. Trinta e dois anos depois do fim da ditadura pretende-se instalar um colégio eleitoral para eleger um presidente”, afirma.
Conspiração
Para a professora, é “intolerável que um vice conspire contra a presidente, do ponto de vista moral”. Ela ainda destaca que após o espetáculo da votação do dia 17, em que deputados o fizeram por Deus, pela família, parentes e não pelas supostas pedaladas ou pela população, “a opinião pública recuou sobre a legitimidade do processo do impeachment”.
Segundo ela, outro reflexo daquele fatídico dia foi a maior articulação dos movimentos sociais e das forças de esquerda, que prometem manter a resistência ao golpe.
Para Mara Telles, um provável mandato de Michel Temer terá “legitimidade reduzida, por ser conduzido por um processo motivado por vingança”. “Essa conjuntura vai gerar uma reação do campo mais progressista, denunciando que o impeachment é uma ruptura institucional. A votação na Câmara não analisou o mérito, foi um espetáculo muito grande na tentativa de agradar a opinião pública, ainda que as vozes não sejam informadas”, avalia.
Assessoria de Comunicação PT-MG
Foto: Núcleo de Pesquisas Eleitorais e Políticas da Amazônia
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TERRAS ALTAS DA MANTIQUEIRA = ALAGOA - AIURUOCA - DELFIM MOREIRA - ITAMONTE - ITANHANDU - MARMELÓPOLIS - PASSA QUATRO - POUSO ALTO - SÃO SEBASTIÃO DO RIO VERDE - VIRGÍNIA.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
PTMG - Resolução Política do Diretório Estadual do PT de Minas Gerais.
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